IGNOTI NULLA CUPIDO – "Ninguém ama o que não conhece". (Ovídio – poeta romano)

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Stephen Hawking, físico teórico e cosmólogo britânico, pode, sem sombra de dúvidas, ser listado entre os maiores gênios da atualidade, porém esse grande gênio cometeu um deslize muito maior que a sua fama: dizer que provou que a existência de Deus é desnecessária à criação do universo na obra “O Grande Projeto” (The Great Design).

Para desmentir essa falsa afirmação, trouxemos a vocês, caros leitores, um video onde o professor Willian Lane Craig, famoso filósofo e apologista cristão, mostra as várias falhas existentes na obra de Hawking, mostrando mais uma vez que tentar provar a não exitência de Deus é um tarefa impossível, afinal não dá para provar a inexistência de algo que existe, não é?

Fiquem com Deus e que Maria os guie pelo caminho que leva a Jesus!


Quantas vezes vocês cristãos já não devem ter ouvido críticas do tipo “como é que vocês podem ser ingênuos em acreditar que o universo foi criado em apenas sete dias só porque a Bíblia afirma isso? Se isso fosse verdade, o nosso universo teria cerca de 6.000 anos, e já foi provado pela ciência que o nosso planeta tem cerca de 4 bilhões de anos a o universo tem cerca de 13 bilhões de anos de idade”. A melhor resposta para alguém que fala algo desse tipo é “ingênuo é você em fazer uma leitura tão superficial das Sagradas Escrituras”. Essas pessoas normalmente não têm o conhecimento necessário sobre o que de fato é a Bíblia e de como ela foi escrita, logo é normal que falem essas besteiras, e para responder tais acusações, nós do Quero Saber Sobre Deus trazemos mais um texto para vocês. Boa leitura!

OS TEXTOS BÍBLICOS

Em primeiro lugar temos que entender que a Bíblia possui diversos tipos de textos com os mais diversos estilos literários e, a depender do estilo, a leitura desses textos deverá ser feita sob uma ótica diferente. Os Evangelhos, por exemplo, são livros que contam a história da vida de Jesus, portanto os textos devem ser interpretados tal qual estão escritos. Os quatro últimos livros do Pentateuco (Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio), possuem um grande teor legislativo, devendo ser lidos da mesma forma como se lêem os Evangelhos. Quando tratamos dos primeiros capítulos do Gênesis, no entanto, principalmente quando falamos do relato da criação, a coisa muda de figura. Nos deparamos com textos predominantemente poéticos, repletos de símbolos e figuras de linguagem. Sabendo disso, é fácil deduzir que esses escritos não podem ser interpretados ao pé da letra, como fazem alguns de nossos acusadores. O Gênesis, diferente do que muitos pensam, não tem seu foco em como o mundo foi criado, mas em quem o criou: Deus Todo Poderoso!

 ENTÃO O QUE SERIAM OS SETE DIAS?

 “Mas, amados, não ignoreis uma coisa, que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos como um dia” (2 Pedro 3,8)

O versículo acima da segunda carta de São Pedro já é mais do que suficiente para entender que os sete dias descritos no Gênesis não são necessariamente sete dias. Na verdade esses dias referem-se a sete momentos criativos de Deus, que podem significar dias, meses, anos, séculos, ou, como diz a ciência, cerca de 13 bilhões de anos! Diante disso uma pergunta pode vir a cabeça: então por que a Bíblia descreve a criação em sete dias? Se ela foi inspirada por Deus, ela não deveria ter falhas. Essa descrição, então, não seria um erro? E a resposta para essa pergunta é um grande e firme não! Devemos lembrar que a Bíblia, em especial o Antigo Testamento, inicialmente foi escrita para um povo que viveu milhares de anos atrás e nesse período o desenvolvimento tecnológico que temos hoje ainda não existia. Falar em Big Bang, singularidade, expansão do cosmos, etc., era algo inviável para aquela sociedade, e Deus, sabendo disso, sabiamente inspirou a escrita das Sagradas Escrituras com uma linguagem que fosse de fácil entendimento para aquele povo. Portanto, quando lermos tais textos devemos lembrar que não podemos interpretá-los com a visão de mundo que temos agora, mas eles devem ser lidos tendo em mente a intenção do autor que o escreveu, o público para o qual os textos foram escritos e o nível de conhecimento da sociedade na época.

Lógico que o foco deste texto é o período de tempo levado para que o mundo fosse criado, mas existem muitos outros casos a serem analisados nesses primeiros capítulos da Bíblia, porém isso fica para um próximo encontro.

Fiquem com Deus e que Maria os guie pelo caminho que Leva a Jesus!



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