IGNOTI NULLA CUPIDO – "Ninguém ama o que não conhece". (Ovídio – poeta romano)

Monthly Archives: Junho 2012

Por Anderson Santos

Poderíamos abordar o tema Maria de várias formas, e todas são, sem dúvida, relevantes para a compreensão da sua importância na vida da Igreja e no plano da salvação. Contudo, abordaremos aqui Maria como aquela que foi a escolhida para ser a Mãe de Jesus Cristo que é Deus com o Pai e com o Espírito Santo. Jesus Cristo que é o Verbo de Deus [1] que se fez homem e habitou entre nós. Deus quis estar no meio de nós para demonstrar que é possível viver de forma saudável a vida que é dom, que é graça, que é dádiva e por isso não pode ser vivida de qualquer jeito. Deste modo, Deus Pai escolheu uma Mulher que deveria ser um espelho de santidade para seu Filho, pois como dito acima, Jesus além de divino também é verdadeiramente homem, exceto no pecado.

Vamos então partir para os fatos relatados nas Sagradas Escrituras, a fim de compreender melhor esta afirmação de que Maria é a Mãe de Deus, e, consequentemente, nossa Mãe.

A ANUNCIAÇÃO DO ANJO

Primeiramente, no evangelho de São Lucas podemos ler o relato da anunciação do anjo Gabriel que foi enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré, a uma virgem que se chamava Maria. “Entrando o anjo disse-lhe: “Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo.” Perturbou-se ela com estas palavras e pôs-se a pensar no que significaria semelhante saudação.” (Lc 1, 28-29).

Na sequência:

O anjo disse-lhe: “Não temas, Maria, pois encontraste graça diante de Deus. Eis que conceberas e darás à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus. Ele será grande e chamar-se-á Filho do Altíssimo, e o Senhor Deus lhe dará o trono de seu pai Davi; e reinará eternamente na casa de Jacó, e o seu reino não terá fim.” (Lc 1, 30-33)

Maria assusta-se com a notícia e passa a se perguntar como se daria isto, pois ela não havia tido ainda relação alguma com seu esposo José. Contudo, o anjo explica a Maria a forma como será feito o milagre de Deus [2] e assim, ela acolhe a palavra e diz: “Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua palavra.” [3].

A VISITA A SANTA ISABEL E A ORAÇÃO A NOSSA SENHORA

Dias depois Maria vai visitar sua prima Isabel em uma cidade de Judá. Ao ouvir a saudação de Maria, a criança (João Batista) que estava no ventre de Isabel estremeceu e ela ficou cheia do Espírito Santo. Após isto, Isabel exclamou em voz alta, aquilo que deveria estar sempre nos lábios de todos os cristãos:

“Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre. Donde me vem esta honra de vir a mim a mãe de meu Senhor? Pois assim que a voz de tua saudação chegou aos meus ouvidos, a criança estremeceu de alegria no meu seio. Bem-aventurada és tu que creste, pois se hão de cumprir as coisas que da parte do Senhor te foram ditas!” (Lc 1, 42-45).

Sem dúvida esta proclamação de Isabel é inspirada pelo Espírito Santo e demonstra a vontade de Deus diante da relação que se deve ter com Maria. Por isso repetimos sempre na oração a saudação do anjo Gabriel: “Ave, Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco” e a exclamação de Isabel: “Bendita sois vós entre as mulheres, e bendito é o fruto do vosso ventre”. No final pedimos a sua intercessão, clamando: “Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora de nossa morte.” Amém.

MARIA É A MÃE DE DEUS FEITO HOMEM

Podemos usar agora um pouco de lógica para ilustrar melhor tudo aquilo que já abordamos acima através dos relatos bíblicos da vida de Jesus e de Maria. Vejamos então estas proposições:

  • Uma mulher que dá à luz a um filho é a mãe deste filho;
  • Maria deu à luz a Jesus,
  • Logo, Maria é a mãe de Jesus.

Vejamos outras proposições e sua conclusão:

  • Maria é a mãe de Jesus;
  • Jesus é Deus (2º Pessoa da Santíssima Trindade)
  • Logo, Maria é a mãe de Deus.

Estamos diante de um argumento válido logicamente e confirmado pela fé através dos milagres apresentados nas sagradas escrituras. Para negar isto seria necessário alegar que Jesus não é Deus ou dizer que Maria não deu à luz a Jesus. Algo este que é totalmente infundado, pois Maria não poderia ser a mãe apenas do Jesus homem. Maria é mãe de Jesus que, é sim, verdadeiro homem, porém é também verdadeiro Deus, ou seja, não se pode dividir Jesus em dois, pois tanto a natureza divina quanto a natureza humana compõem o seu ser.

Diante disto, não podemos simplesmente querer tratar Maria como se fosse uma mulher qualquer, pois ela foi a escolhida para ser a Mãe do Salvador. Nossa atitude para com ela deve ser sempre a mesma dos primeiros cristãos que a acolhiam como Mãe, pois Jesus sempre se colocou como irmão daqueles que cumprem a palavra de Deus, e se formos também, de fato, irmãos de Jesus, somos, por conseguinte, filhos de Maria. Temos nos evangelhos vários exemplos de pessoas que reconheceram a importância de Maria no plano da salvação, como foi o caso de Isabel, do próprio José seu esposo, de João o apóstolo e de vários outros personagens no desenrolar dos acontecimentos. Portanto, não devemos ter medo de reconhecer Maria como alguém de suma importância em nossa caminhada na fé, pois ela é o maior exemplo de mãe, de serva, de intercessora e de solo fértil para o acolhimento da palavra de Deus. Ela é um sinal de salvação, por isso devemos ter respeito e veneração sempre.

Que possamos então caminhar juntos com Maria Mãe de Deus e Nossa Mãe, rumo à Pátria Celeste sem medo de estarmos indo contra a vontade do Pai, como alguns de nossos irmãos acham que fazemos, porque afinal de contas quando chegarmos ao paraíso com certeza a encontraremos, e não será nada bom ter passado essa vida combatendo a própria Mãe de Deus.

 

 

Maria, Santa Mãe de Deus, intercede por nós e nos inspira a sermos da mesma forma que você foi: fiel e temente a Deus. Roga para que consigamos nos entregar de corpo e alma ao serviço de Jesus Cristo, seu Filho único e Senhor nosso.

 

Fiquem com Deus e que Maria os guie pelo caminho que leva a Jesus!

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[1] cf. Jo 1,1-5

[2] cf. Lc 1, 34-37

[3] cf. Lc 1, 38


REFERÊNCIAS

Bíblia Sagrada. 150º Edição. Editora Ave-Maria: São Paulo, 2002.

Catecismo da Igreja Católica: edição típica Vaticana. Edições Loyola, São Paulo: 2000.

Mariologia Essencial. Disponível em: <http://www.padrechrystianshankar.com.br/novo/formacao/mariologia/140-mariologia-essencial>. Acesso em: 13 de jun. 2012.

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Hoje toda a comunidade Católica celebra a festa de Corpus Christi. Neste dia somos chamados a elevar louvores a Jesus Eucarístico e a adorá-lO plenamente, elevando as nossas preces ao nosso Salvador!

Porém muitas pessoas não conhecem como realmente esta celebração teve início e é com intuito de mostrar as origens da festa do Corpo de Cristo que nós do Quero Saber Sobre Deus trazemos este pequeno vídeo que fala de forma simples e resumida as origens desta tão solene data.

A origem da feste de Corpus Christi

Fiquem com Deus e que Maria os guie pelo caminho que leva a Jesus!


A palavra de Deus é a fonte que alimenta a alma dos cristãos e é nosso dever conhecê-la e praticá-la a fim de ter uma vida digna e agradável aos olhos do Senhor. Geralmente quando falamos sobre esse assunto, a primeira coisa que vem a cabeça de qualquer pessoa é a Bíblia, afinal nos quatro cantos do mundo se defende que é através dela que Deus tem transmitido Seus ensinamentos a todos os povos, porém cabe aqui uma pergunta: será realmente que a totalidade dos ensinamentos de Deus encontra-se nas Sagradas Escrituras? E a resposta para essa pergunta pode ser encontrada na própria Bíblia. Vejamos o que ela diz:

“Fez Jesus, na presença dos seus discípulos, ainda muitos outros milagres que não estão escritos neste livro” (São João 20:30)

“Jesus fez ainda muitas outras coisas. Se fossem escritas uma por uma, penso que nem o mundo inteiro poderia conter os livros que se deveriam escrever” (São João 21:25)

“Apesar de ter mais coisas que vos escrever, não o quis fazer com papel e tinta, mas espero estar entre vós e conversar de viva voz, para que a vossa alegria seja perfeita” (II João 1:12)

“Tinha muitas coisas para te escrever, mas não quero fazê-lo com tinta e pena. Espero ir ver-te em breve e então falaremos de viva voz” (III João 1:14-15)

É fácil notar que houve ensinamentos que não foram escritos na Bíblia, porém isso não a invalida. Tudo o que está nela representa a Verdade revelada por Deus aos homens e é digno de obediência, porém isso não significa que ela contenha toda esta Verdade. A Bíblia contempla tudo aquilo que é necessário “para que creiais que Jesus é o Cristo” (São João 20:31). Ora, para que possamos crer que algo é verdadeiro não é necessário conhecer a totalidade dos fatos, mas uma simples prova se mostra suficiente para passarmos a crer nesse algo e despertar, com isso, a curiosidade de conhecer toda a sua complexidade, concordam? E é através da Sagrada Tradição que a totalidade dos ensinamentos que Deus nos deixou é revelada. Por não ser a Bíblia a única fonte da Verdade revelada por Deus, não devemos achar que por conta dela não narrar determinado fato, este se torna mentiroso ou sem credibilidade. A Tradição Apostólica, por meio de inúmeros textos, confirmam todo e qualquer dogma pregado pelo catolicismo como sendo uma crença que remonta os primeiros séculos.

TIPOS DE TRADIÇÃO

Primeiramente é de vital importância diferenciar duas coisas: a Sagrada Tradição (com “T”) e as tradições religiosas humanas (com “t”).

A Sagrada Tradição representa os ensinamentos que foram transmitidos fielmente pelos apóstolos e seus sucessores ao longo dos séculos. Como exemplos temos a assunção e a virgindade eterna de Maria (que não são citadas explicitamente na Bíblia, pois o objetivo deste livro sempre foi falar de Jesus e da salvação do mundo preparada por Deus, mas acredita-se nisso desde os tempos antigos e na Bíblia vemos alguns sinais implícitos que comprovam a veracidade de tais fatos, mas que serão tratados em outro texto), e o próprio cânon bíblico, pois você não vê em nenhum escrito sagrado uma indicação de quais ou quantos livros devem ser considerados inspirados.

As tradições humanas são tradições criadas pelos homens, mas que não estão em contradição com o que é ensinado pela Santa Igreja, como, por exemplo, as festas religiosas, os dias dedicados aos santos, etc.

Neste texto iremos focar a Sagrada Tradição.

ANTES DE ESCREVER, TIVERAM QUE FALAR

Nenhum dos livros das Sagradas Escrituras foi escrito ao mesmo tempo em que os fatos ocorreram. Durante anos essas histórias foram transmitidas oralmente de geração em geração, criando uma enorme e rica Tradição, até que alguém tivesse a ideia de passa-las para o papel para que esses fatos não se perdessem (leia mais no texto “Fonte da Verdade: a Bíblia Católica”). Isso ocorreu tanto para os livros do Antigo Testamento quanto para os do Novo Testamento. Exemplos claros disso são os quatro Evangelhos. O Evangelho segundo São Mateus, o primeiro da Bíblia, foi escrito entre os anos 40 e 50 d.C., enquanto que os outros três, São Marcos, São Lucas e São João, foram elaborados entre 55 e 70 d.C., ou seja, todos eles foram escritos muito tempo depois de Cristo ter morrido, ressuscitado e subido aos céus! Além do mais, dos quatro evangelistas somente Mateus e João era discípulos de Jesus e vivenciaram os acontecimentos sobre os quais escreveram. Os outros dois apenas escreveram sobre o que ouviram de outras pessoas. O próprio São Lucas ouviu toda a narrativa da vida, morte e ressurreição de Cristo da boca de São Pedro para que pudesse a escrever. Percebam que nenhum desses quatro homens estava sempre ao lado de Jesus com um caderninho tomando nota das coisas que Ele falava.

A TRADIÇÃO É FUNDAMENTADA NA BÍBLIA

Além de tudo isso, a própria Bíblia confirma que devemos seguir a Tradição oral. Além das Sagradas Escrituras confirmarem que nem tudo foi escrito nelas (passagens do início deste texto), São Paulo em sua segunda carta aos Tessalonicenses, capítulo 2, versículo 15, disse “Assim, pois, irmãos, ficai firmes e conservai os ensinamentos que de nós aprendestes, seja por palavras, seja por carta nossa”. Veja que o apóstolo Paulo fala em duas formas de transmissão dos ensinamentos: por palavras ou por cartas! É necessário falar mais?

A BÍBLIA É FILHA DA TRADIÇÃO

Essa afirmação causa espanto em muitas pessoas. Dizer que a Bíblia é filha da Tradição é uma heresia para aqueles que sustentam que tudo o que Deus quis passar para nós está na Bíblia. Então quer dizer que os demais milagres de Jesus e os ensinamentos que Ele passou para os apóstolos durante os quarenta dias que esteve junto a eles após a Sua ressurreição e que São João expressamente não escreveu não são importantes? Ou então as coisas que João, em sua II carta, queria “conversar de viva voz, para que a vossa alegria seja perfeita” não têm importância alguma, apesar de ser algo que vai aperfeiçoar a nossa alegria? Por que Deus iria querer nos privar de tão belos ensinamentos? E por que Ele nos privou disso, mas revelou a outros? O povo antigo é mais valioso que nós? Será que Deus faz distinção entre Seus filhos?

Agora temos uma simples pergunta: quais foram os critérios para se definir o cânon bíblico? Pergunte isso para um defensor da Sola Scriptura (teoria que diz que só a Bíblia é necessária para transmitir os ensinamentos de Deus e de Cristo) e ele vai responder que “o texto não pode estar em desacordo com a Bíblia”. Simplesmente genial, não fosse um pequeno probleminha: quando definiram o cânon, não havia Bíblia! Como podemos dizer que algo serve de base para definir uma lista se esse algo nem sequer existia quando essa lista foi definida? Impossível, não é mesmo? Então como a lista das Sagradas Escrituras foi definida? A resposta é simples: os livros inspirados tinham que estar de acordo com a Sagrada Tradição Apostólica! E foi isso que fizeram. É então que surge a afirmação “A Bíblia é filha da Tradição e não o contrário”! Porém, como foi dito no início desse texto, isso não reduz a importância da Bíblia para nós católicos. A Bíblia e a Tradição devem ser consideradas como verdadeiras, pois ambas se complementam. A Bíblia, inclusive, faz parte da Tradição: a Tradição Escrita!

TRADIÇÕES CATÓLICAS ATUAIS CONFIRMADAS PELOS ANTIGOS

1. MISSA

Muitos dizem que a missa é um ritual inventado pela “herege Igreja Católica” depois que o cristianismo foi “paganizado” por Constantino. Será mesmo? É fato que a celebração eucarística é muitas vezes citada na Bíblia, mas como isso parece não importar para os nossos acusadores, vejamos o que diz São Justino a esse respeito em uma carta que escreveu por volta do ano 155 d.C. (muito antes de Constantino sequer nascer):

No dia que se chama do sol¹, celebra-se uma reunião de todos os que moram nas cidades ou nos campos, e aí se lêem, enquanto o tempo o permite, as Memórias dos apóstolos ou os escritos dos profetas. Quando o leitor termina, o presidente faz uma exortação e convite para imitarmos esses belos exemplos. Em seguida, levantamo-nos todos juntos e elevamos nossas preces. Depois de terminadas, como já dissemos, oferece-se pão, vinho e água, e o presidente, conforme suas forças, faz igualmente subir a Deus suas preces e ações de graças e todo o povo exclama, dizendo: “Amém”. Vem depois a distribuição e participação feita a cada um dos alimentos consagrados pela ação de graças e seu envio aos ausentes pelos diáconos. Os que possuem alguma coisa e queiram, cada um conforme sua livre vontade, dá o que bem lhe parece, e o que foi recolhido se entrega ao presidente.”

Quem conseguiu enxergar a missa nesse texto? Acho que todo mundo, não é?

2. CONFISSÃO DOS PECADOS

Jesus, em uma de suas aparições aos apóstolos após sua ressurreição, disse “Recebei o Espírito Santo. Àqueles a quem perdoardes os pecados, lhes serão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, lhes serão retidos” (São João 20:22-23). Dessa forma instituiu o sacramento da confissão, dando aos apóstolos a autoridade de perdoar os pecados dos fiéis em nome de Jesus. Porém, mesmo isso sendo tão explícito, nossos acusadores ignoram essa ordem, dizendo que isso não é necessário, pois basta pedir perdão a Deus que já está tudo certo. Será que era isso que os apóstolos pregavam? Vejamos o que diz a Didaqué, texto escrito no século I, ou seja, no período em que os apóstolos ainda estavam vivos, e que reflete os ensinamentos destes:

Confesse seus pecados na reunião dos fiéis e não comece a orar estando com má consciência”

“Reúna-se no dia do Senhor para partir o pão e agradecer após ter confessado seus pecados, para que o sacrifício seja puro”

Veja que desde o primeiro século, a confissão dos pecados já era uma prática comum dos cristãos e que era extremamente necessária para participar da Eucaristia.

Esses são apenas dois dos inúmeros exemplos que existem para comprovar a importância da Sagrada Tradição na confirmação dos costumes aceitos ainda hoje por nós católicos.

CONCLUSÃO

A Sagrada Tradição não é contrária a Bíblia e muito menos formada por tradições meramente humanas que foram introduzidas no cristianismo. É graças a ela que nós cristãos podemos conhecer na íntegra tudo aquilo que Deus quis nos passar, seja através dos profetas, seja através de Seu Filho e de seus seguidores. A Bíblia, que representa a Tradição Escrita, sempre andará de mãos dadas com a Sagrada Tradição transmitida oralmente pelos apóstolos e que é refletida em inúmeros escritos que complementam as Sagradas Escrituras e que chegaram até nós graças aos esforços dos primeiros cristãos que se preocuparam em transmitir fielmente toda a riqueza do verdadeiro cristianismo.

Fiquem com Deus e que Maria os guie pelo caminho que leva a Jesus!

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1 – Dia do sol era o termo utilizado pelos romanos na antiguidade para chamar o domingo. São Justino, assim como muitos outros escritores posteriores a ele, se utilizavam desse e de outros termos para tornar o texto de fácil compreensão para leitores de outras culturas.



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